👉Ver e-Book | Jesuzitas: enfrentamento do negacionismo cristão

👇Compre com um click


JESUZITAS

INTRODUÇÃO

No passado, a influência persistente da Teologia em todas as questões da vida atrasou muito a evolução do homem em diversas áreas do conhecimento, inclusive da medicina, a qual, não demorou muito a opor-se a Teologia, advogando a coleção da matéria cinzenta chamada cérebro como assunto de sua província já que para a Teologia, todos os tipos de transtornos mentais ou desordem do pensamento eram atribuídos a ação dos demônios.

Segundo a Medicina essa massa cinzenta chamada cérebro pode adoecer como qualquer outra parte do corpo e, uma única lesão numa determinada área do cérebro ou mesmo um desbalanceamento químico é capaz de desequilibrar a mente.

A medicina provou estar correta. Apesar dos medicamentos psiquiátricos não promoverem a cura do paciente na maioria dos casos, mas apenas os tornarem dependentes dos mesmos, sua eficácia não pode ser negada. Inúmeras pessoas que sofrem de transtornos mentais voltam à vida normal através da ingestão de medicamentos, podendo exercer quaisquer tipos de profissão.

Será que conhecer a si mesmo cientificamente em vez de metafisicamente seria a chave da evolução humana? Apesar dos esforços da medicina, doenças causadoras de transtornos mentais como Alzheimer e Demência continuam desafiadoras.

É considerado saudável a pessoa que se alimenta bem, pratica atividades físicas e possui uma mente sã. Todavia esse indivíduo saudável nunca foi encontrado; e então, novamente, a relação entre Metafísica e saúde é reacendida, porém com nuances diferentes.

Se no século passado, as discussões foram acirradas em torno das relações entre o cérebro (massa cinzenta) e a mente, a discussão da vez gira em torno das relações entre o corpo e a mente. Desta vez, a Medicina vem dando espaço à Metafísica, reconhecendo que uma mente saudável tem grandes efeitos sobre a cura do corpo e que a relação entre corpo e mente é tão íntima que se a mente sair do controle, o corpo perderá o equilíbrio e entrará em colapso. Então,“uma mente saudável tem grandes efeitos sobre a cura do corpo”, mas e quando é a mente quem necessita de cura?

Nos últimos anos, a Psicologia vem advogando a cura da mente como assunto de sua província. Todavia, o esforço da Psicologia consiste em fazer a mente doente curar a si mesma. Nisto está o grande equívoco da Psicologia: uma mente doente não é capaz de efetuar sua própria cura, pois ela mesma necessita de cura, e isso será demonstrado e provado nesta obra.

Mas então, quem pode curar a mente? (E aqui não estamos falando de mente no sentido de massa cinzenta, mas em relação a percepção que se tem das coisas concretas e subjetivas). A resposta é: a Metafísica, aqui emerge o papel da Metafísica.

Mas, a Teologia seria capaz de promover a saúde mental? Agora, a resposta é não. A Teologia é incapaz de gerar uma mente sã, pois está completamente equivocada quanto àquilo que ela chama de Metafísica.

A Teologia explica as coisas através da imaginação, todavia, o universo imaginário não pode ser chamado de Metafísica. Mas, então, o que é a Metafísica?

Antes de respondermos a esta pergunta, primeiramente, precisamos repatriar a Metafísica, precisamos devolvê-la ao seu território. A Metafísica não pertence ao universo da suposição ou imaginação. A Metafísica é uma ciência, precisa ser reconhecida como uma ciência, a ciência do Universo UNO, do todo, do inteiro, do indivisível.

Na Metafísica está a possibilidade do indivíduo encontrar seu verdadeiro equilíbrio e o seu destino. Todavia para entendermos a verdadeira Metafísica precisamos passar por uma desconstrução filosófica e teológica da Metafísica.

Esta obra, intitulada “Jesuzitas”, é fruto de 33 anos de pesquisa em Metafísica, Bibliologia e manuscritos relacionados. Através dela o leitor irá trafegar pelo caminho da verdadeira Metafísica. Essa jornada vai virar ao avesso tudo aquilo que a leitora ou leitor pensa saber sobre Jesus e seus ensinos, podendo causar uma transformação positiva profunda naqueles de índole pacificadora, e uma fúria profunda naqueles que são idólatras da “Bíblia Sagrada”, aqueles que confundem a Bíblia com a própria divindade. 

A Bíblia não é Sagrada, e para aqueles que confundem a Bíblia com Deus, eu costumo dizer que, se as letras tivessem o poder de revelar Deus, Jesus teria escrito — de próprio punho — um livro sobre Deus, afinal ele era letrado, falava pelo menos dois idiomas, sabia que não estaria para sempre na terra. Quem melhor do que ele para escrever um livro sobre Deus? Contudo, Jesus não escreveu nada sobre Deus, antes preferiu dizer: “Quem vê a mim vê Deus”. 

Esta obra intitulada “Jesuzitas” é produto de uma acurada análise crítica textual à Bíblia, apresentando suas contradições, a política por trás de seus bastidores, a manipulação do sentimento religioso, as distorções dos ensinamentos de Jesus para fazê-lo corresponder ao Messias (Cristo) da ideologia judaica. 

Esta obra também revela a verdade oculta sobre alguns personagens famosos, como: 

a) Maria de Magdala, a mulher que muitos homens queriam ser.

b) Pedro, o homem que era uma pedra, só que no sapato de Maria Madalena. 

c) Paulo, um fanático defensor do Antigo Testamento, assassino frio, nunca andou com Jesus, mas se intitulava “um apóstolo nascido fora de época”. Ele foi o fundador do Cristianismo, foi o homem que escreveu os primeiros livros sobre Jesus. Logo após, sob sua influência, a igreja por ele fundada escreveu os evangelhos que levam o nome de Mateus, Marcos e Lucas — nenhum dos  autores desses evangelhos andaram com Jesus. O Cristianismo que se propagou pelo mundo e se perpetuou ao longo da história não é proveniente da tradição apostólica. Os apóstolos deixaram algum manuscrito? O que aconteceu com os manuscritos da tradição apostólica? Também falaremos sobre isso. 

d) João Batista, um homem revolucionário, de nacionalidade greco-romana; mas os judeus cristãos forjaram-lhe uma nacionalidade judaica para esconder que Jesus, ao submeter-se ao batismo de João, estava, na verdade, renunciando ao judaísmo. 

e) Jesus e sua Metafísica transformadora. Apesar das interpretações errôneas, Jesus foi e continua sendo um grande Mestre da Metafísica. O resgate da Metafísica de Jesus, gera a possibilidade de que a religião do futuro seja transformadora ao invés de meramente consoladora.

Nesse sentido, a religião do futuro transcenderá este Cristianismo que os judeus convertidos a Jesus criaram para protegê-lo de seus medos, defender seus interesses.  A religião do futuro terá o poder de alavancar a ciência, transformar a política, a economia e as relações humanas, a saúde física, mental e emocional, pois diferente do dogma, a verdadeira Metafísica transcende o nosso jogo, as nossas regras, desafia as velhas crenças sobre Deus e o diabo, o tempo e o espaço, a vida e a morte, o corpo e a alma, a saúde e a doença, a energia e a matéria, o bem e o mal.